Cerca de 5 mil ciclistas são contabilizados durante contagem realizada na última sexta-feira (21)

Nós do coletivo #ParáCiclo com apoio da rede #BikeAnjoBelém e #BikeAnjoAnanindeua realizamos na manhã da última sexta-feira, 21, a contagem de ciclistas que passam pelas avenidas José Bonifácio e Conselheiro Furtado, na fronteira dos bairros Guamá e São Brás, em Belém-PA.

Em 13h07min de contagem, das 6:23h às 19:30h, contabilizamos 4.771 ciclistas.

Usamos a metodologia divulgada pelo @transporteativo para realização da conferência.

Esses dados reforçam que Belém é uma das cidades brasileiras que mais pedala, mesmo que careça de políticas públicas para a promoção da bicicleta como meio de transporte.

 

Durante esta semana publicaremos mais detalhes de tudo o que foi contabilizado. Acompanhe!

Pará está participando da Campanha Mobilidade Ativa nas Eleições

Os Coletivos ParáCiclo e Clube da Bike de Breves estão participando da Campanha Mobilidade Ativa nas Eleições, com o objetivo de inserir a pauta e as demandas da mobilidade ativa junto às candidaturas ao Poder Legislativo e Executivo no Pará.

Para que os benefícios sociais, ambientais, econômicos e individuais do caminhar e do pedalar sejam reconhecidos pelos governantes e legisladores, é preciso sensibilizar o eleitorado para apoiar candidaturas mais comprometidas com a questão, e ampliar a inclusão da pauta nas políticas públicas e legislações estaduais e federais.

A equipe da campanha no Pará conta com ciclistas engajados na pauta da mobilidade ativa local e nacionalmente, e tem buscado cobrar melhorias estruturais e de educação para um trânsito mais leve, uma cidade para pessoas, no intuito de possibilitar convivências mais respeitosas na cidade. Interessados podem participar ou apoiar a campanha – para tanto, podem entrar em contato nas redes sociais do Coletivo ParáCiclo.

Para a atuação, os Coletivos ParáCiclo e Clube da Bike de Breves tem o apoio da Campanha Mobilidade Ativa nas Eleições, coordenada nacionalmente pelas organizações União de Ciclistas do Brasil – UCB, SampaPé! e GET UFPR.

Sobre
O Coletivo ParáCiclo e o Clube da Bike de Breves são uma organização que trabalham pela mobilidade ativa no Pará.

Saiba mais:
http://mobilidadeativanaseleicoes.org.br

Para contato: coletivoparaciclo@gmail.com

Coletivo promove Semana da Mobilidade em Belém

Atividades como Roda de Conversa, Blitz e contagem de ciclistas estão entre as ações que serão realizadas durante a Semana da Mobilidade de 2018, entre os dias 16 a 22 deste mês. A Semana tem por objetivo fazer as pessoas experimentarem outras formas de se deslocarem para além dos carros, além de promover um processo de conscientização sobre o direito à cidade. “É uma oportunidade das pessoas perceberem e vivenciarem a cidade de outra forma, através de outro olhar, além de confraternizar com quem já se desloca ativamente”, explica a ciclista e integrante do Coletivo ParáCiclo, Melissa Noguchi.

A Semana da Mobilidade é realizada nacionalmente e começou na França, com o Dia Mundial Sem Carro, que acontece mundialmente todo ano no dia 22 de setembro. Em Belém os eventos são organizados pelo Coletivo ParáCiclo com parceria da Rede Bike Anjo Belém, Bicicleta nos Planos e Laboratório da Cidade. Este ano as ações contam com apoio financeiro do Fundo Socioambiental Casa, no qual o coletivo teve projeto selecionado para desenvolver pesquisas sobre mobilidade, bem como atividades voltadas ao incentivo do uso dos modais ativos na cidade.

Confira abaixo a programação completa:

16/09 – Praça da República – 8 às 18h: Vaga Viva com Roda de Conversa sobre Mobilidade Ativa

16/09 – Canteiro da 25 de Setembro (entre Angustura e Barão) – 9h às 11h: Escola Bike Anjo Belém (EBA)

17/09 – BR-316 em frente a uma universidade particular até São Brás – a partir de 7h: Desafio Intermodal

20/09 – Casa das artes – a partir de 18h: Exibição de filmes com debates

20/09 – Casa das artes – saída 20h após debate: Pedala, Mana! Bike Anjas Belém

21/09 – Av. José Bonifácio com Av. Conselheiro Furtado – a partir de 6h30: Blitz educativa com contagem de ciclistas

21/09 – Mercado de São Brás – 19h: exibição do filme Elo Perdido, da jornalista e ciclista Renata Falzoni.

22/09 – Praça do Complexo Esportivo da Cidade Nova 8 – 9h às 11h: Escola Bike Anjo

22/09 – Icoaraci, rua Siqueira Mendes, ao lado do trapiche – 9h às 11h: Escola Bike Anjo

Coletivos de bicicleta da cidade irão realizar o Fórum da Mobilidade Ativa de Belém

Coletivos de bicicleta da cidade irão realizar o Fórum da Mobilidade Ativa de Belém. O evento tem por objetivo engajar mais pessoas na busca por uma cidade que priorize os modos ativos de locomoção e compartilhar o que tem sido desenvolvido para que a cidade se torne mais amigável a estes deslocamentos. Se você quer saber o que essa galera tem feito e pode contribuir para melhorar ainda mais as mobilizações, atividades e a cidade, chegue mais!

Esse é o lugar e momento certo para isso. Data: 24/07/18 Hora: 18h30 Local: Núcleo de conexões Ná Figueiredo (Av. Gentil Bitencourt, 449)

Inscrições

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Nota do Coletivo ParáCiclo à reportagem e ações da Prefeitura sobre a Ciclofaixa da Avenida Pedro Álvares Cabral

Prefeitura de Belém (PMB) anuncia, por meio de sua agência de comunicação, a Ampliação da malha cicloviária do município. A interligação entre a ciclofaixa da Av. Pedro Álvares Cabral e a Doca, é demanda antiga dos coletivos que pautam a ciclomobilidade na cidade, apesar disso, como visto em outras iniciativas, PMB promove ações com pouca consulta ao público interessado, e com pouco ou nenhum estudo técnico que embase as alterações propostas. A necessidade de ampliação das rotas de bicicleta é também uma demanda antiga de ciclistas (Confira aqui publicação sobre o tema), que vem sendo debatido e encaminhado pela gestão com apoio de alguns representantes da sociedade civil (Confira mais aqui). Os coletivos ParáCiclo, Ciclomobilidade Pará e Bike Anjo Belém já entregaram documentação à Prefeitura demandando a ampliação dessas rotas, inclusive indicando as vias mais relevantes, orientando quais seriam os melhores modelos para cada situação. Nas reuniões e mapas entregues pelos coletivos, há indicação de pontos de ampliação, entre os quais a necessidade de conectar as rotas levando ciclistas com segurança até o centro da cidade. Entre as demandas elencadas estavam a ligação entre a Av. Duque de Caxias ao centro da cidade pela Av. Antônio Barreto, bem como o prolongamento da ciclofaixa da Pedro Álvares Cabral, que é o motivo da matéria publicada. Embora o prolongamento seja positivo, este coletivo fez algumas considerações sobre as informações divulgadas na matéria.

 

  • Redução da largura da ciclofaixa:

 

O que a prefeitura diz:

“Para a ampliação, a ciclofaixa será redimensionada, ganhando novo tamanho, extensão e sinalização”. Em realidade o “redimensionamento” nada mais é do que redução da largura, admitida na sequência da reportagem

Um dos pontos alegados pela prefeitura para a redução da largura da ciclofaixa na referida avenida diz respeito à um “baixo fluxo de ciclistas na via”. O Coletivo solicita à prefeitura que divulgue o estudo que comprova o baixo fluxo de ciclistas. Até o momento, pelo que se sabe, não há estudos atuais que permitam corroborar tal afirmação. Inclusive, se utilizarmos a ferramenta do aplicativo Strava (com seus claros limites de abrangência de público) que cria Mapas de Calor, podemos perceber que quanto mais vermelho a via, maior o fluxo de ciclistas. Então, levando em consideração que a maioria dos trabalhadores que se locomovem de bicicleta não utilizam o aplicativo (ou seja, não fazem parte dos números indicados pelo mapa), é plausível admitir que o fluxo seja ainda maior que o apresentado abaixo.

Mapa Calor do Strava(Acessado dia 25 de Junho de 2018, Disponível em https://www.strava.com/heatmap#14.59/-48.48694/-1.42634/bluered/ride)

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Além disso, há outros equívocos na matéria publicada nas quais destacamos a seguir:

  • Ciclistas trafegando próximo ao meio fio:

O que a prefeitura diz:

“É importante que as pessoas entendam que estamos trabalhando a melhoria desta ciclofaixa e que, enquanto ela estiver em fase de readequação, os ciclistas devem trafegar como determina o Código de Trânsito Brasileiro, próximo ao meio fio e com os veículos respeitando a distância mínima de 1,5 m”, orienta Marcos Chagas.

O representante da Secretaria de Mobilidade entrevistado na matéria orienta ciclistas a trafegarem próximo ao meio fio, o que é completamente inadequado e inseguro, além de não ser exatamente o que diz o CTB. Lugar de bicicleta é na rua, no sentido dos carros e nas faixas laterais da via (inclusive na esquerda). E com preferência de uso da via. Como podemos ver abaixo, no artigo 58 do CTB:

Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

O chamado bordo da pista é a lateral da via, mas sem uma definição clara de até onde é considerado bordo (por isso ocupe a faixa, é mais seguro!).

Vale lembrar que a área próxima ao meio fio em Belém costuma ter buracos, bocas de lobo, lixo, além de ondulações, asfalto quebrado, irregularidades e detritos que podem gerar acidentes ou furar o pneu. Tudo isso já seria suficiente para recomendar distância dessa parte da via, levando em consideração o risco de perder o controle da bicicleta e cair em frente a um carro ou ônibus que esteja passando ao seu lado. Mas o cenário é ainda pior. Pela dinâmica da cidade, ciclistas sabem que se estiverem posicionados muito próximo ao meio-fio, portanto quase fora da via, os motoristas entendem que o acesso ao espaço é suficiente. Passam desrespeitando a regra de manter 1,5m de distância. E se muitos motoristas sequer sabem da existência dessa regra, imagina cumprí-la.

Ciclistas são diariamente oprimidas nas vidas com as chamadas “finas”, quando motoristas passam perigosamente próximos de ciclistas. A distância de 1,5m costuma ser suficiente para que, em caso de queda de quem está na bicicleta, não aconteça um atropelamento. Também é suficiente para que não ocorra um esbarrão no guidão se a pessoa na bicicleta precisar desviar de um buraco. E andando de bicicleta, precisamos desviar de buracos. Não é uma questão de escolha, o buraco pode nos derrubar em meio aos carros.

Com a bicicleta ocupando a faixa, como o veículo que é, fica mais fácil fazer o motorista cumprir o CTB ao trocar de faixa para fazer a ultrapassagem. E mesmo que tente forçar passagem, haverá uma área de fuga à direita de quem está pedalando na via. Mantendo-se rente ao meio-fio, todos os carros, ônibus e caminhões passarão perto demais, não apenas os conduzidos por motoristas agressivos, inaptos para dirigir e sem respeito à vida.

  • Revitalização da ciclovia da Av. Almirante Barroso

A matéria destaca ainda a revitalização da sinalização em toda a Av. Almirante Barroso, realizada antes do início dos trabalhos na Av. Pedro Álvares Cabral. No entanto, destacamos que a pouca sinalização feita, diferente do que aponta o texto, não atendeu o problema mais significativo da via, no trecho onde a Secretaria aponta como “via compartilhada”. A sinalização é precária e o conflito entre ciclistas e pedestres é constante, não houve revitalização da a pintura, sinalização vertical e muito menos o trabalho de conscientização dos usuários.

O problema das grades que segregam a ciclovia da Av. Almirante Barroso, um dos que vêm sendo denunciado há tempo pelos ciclistas e pautado em reuniões com a gestão, não foi solucionado, colocando em risco a vida das pessoas que transitam por lá diariamente.

Diante do exposto, este Coletivo, se posiciona contra a redução da ciclofaixa da Av. Pedro Álvares Cabral para substituir por mais uma via de circulação de veículos, pois tal alteração, vai contra a necessidade de investir na mudança de paradigmas da mobilidade e alterar o modelo de cidade pensadas e pautadas para carros.

Destaque: hoje, em contato informal com representante da SEMOB, o coletivo foi informado que a ciclofaixa cumprirá a a recomendação estabelecida pelo DNIT, e possuirá 2,5m de largura em toda a sua extensão. Iremos acompanhar o andamento da obra.

Plá – o cantor das ruas e das bicicletas

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Impossível pensar o Bicicultura 2018 sem vir a cabeça a trilha sonora do cantor Plá, que embalou os três dias de evento. Ele que estava “em de Curitiba com seu violão na mão, fazendo muito som exautando as bicicletas” e seguiu para o Rio de Janeiro, como confirma na letra da canção Bike Cultura do álbum Biciclopédia 3, seu 48º disco. Isso após uma mobilização dos ciclistas que apoiaram sua campanha de financiamento coletivo para a viagem a qual propiciava a aquisição de seus discos como recompensa.
Ademir Antunes, conhecido como Plá nas ruas de Curitiba e por quem acompanha as atrações anuais dos Biciculturas, nasceu em Campo Belo do Sul-SC e foi para Curitiba em 1976 cursar música na FAP. Suas músicas possuem influência na Folk Music, trazendo letras que tecem críticas ao capitalismo e a sociedade carrocêntrica, com proposições filosóficas libertárias e libertadoras. Obviamente não poderia ficar de fora o que encanta nossos leitores: a bicicleta.
Plá é um ativista que mostra em sua prática a mudança de comportamento necessária para um futuro mais próspero, humano e respeitoso entre as pessoas e o meio ambiente. Como instrumento de propagação de suas ideias ele utiliza suas músicas, que contagiam com essa energia fantástica que ele emana do seu jeitão de profeta das bicicletas.
Quer saber mais sobre ele? É só acessar os links a seguir e curtir este camarada dos pedais!

Tem que ter moral de: Mari Poncio, Chico Pinto e Hudi Correia

Plá por “Gorila Kelso Produções”

Vídeo da música Bike e Cultura, filmado por nossa equipe no Bicicultura 2018

Dossiê pela mobilidade ativa é entregue ao Detran-PA

 

Coletivos cicloativistas de Belém fazem entrega do Dossiê nacional sobre a Resolução do CONTRAN nº 706/2017 que prevê, entre outras coisas, multar ciclistas e pedestres.

IMG-20180524-WA0020Foto: Daniel Nardim

O Dossiê elaborado sob a coordenação da União dos Ciclistas do Brasil (UCB) com auxílio dos diferentes coletivos do Brasil, dentre os quais os coletivos paraenses ParáCiclo e Ciclomobilidade Pará, foi entregue ao representante do Departamento de Trânsito do Pará – DETRAN/PA, Walmero Costa, nesta quinta-feira (24), durante reunião realizada com o DETRAN e Secretaria de Comunicação do Governo do Estado (SECOM).

O documento destaca o histórico da Resolução 706/2017, na qual previa que a partir de abril de 2018 passaria a valer a norma do Conselho Nacional do Trânsito – CONTRAN,que estabelecia as medidas para multar pedestres e ciclistas nas cidades brasileiras (Resolução Contran 706/2017).

No entanto, aos 45 minutos do segundo tempo, o Presidente do CONTRAN suspendeu a Resolução até março de 2019 pela Deliberação Contran 168/2018. Com isso, iniciou-se a mobilização a nível nacional tendo tal mudança uma oportunidade de mobilizar e argumentar para barrar as multas para pedestres e ciclistas em todo o Brasil.

Durante a reunião também foram discutidas estratégias de produção de dados estatísticos a respeito do uso da bicicleta em Belém a partir de metodologia aplicável anualmente. As ações da Rede Bike Anjo foram pautadas, dentre as quais o Projeto Bike na Obra, que procura qualificar e dar maior visibilidade aos trabalhadores da construção civil que utilizam a bicicleta como meio de transporte na cidade de Belém-PA.

A entrega do Dossiê tem por finalidade garantir a participação popular na construção de uma nova regulamentação que não penalize pedestres e ciclistas em um quadro de total abandono de infraestrutura básica nas cidades.

Fotos: Daniel Nardim

PLANEJAMENTO URBANO E MOVIMENTO CICLOATIVISTA DE BELÉM EM DEBATE

Entre os dias 15 e 18 de maio de 2018, foi realizado no Rio de Janeiro o 3º Seminário Internacional de Memória Social. A mobilidade por bicicleta de Belém esteve representada por Leo Grala, que apresentou trabalho coletivo intitulado “Planejamento Urbano e Ciclomobilidade, participação Social na Região Metropolitana de Belém“.
Este trabalho discorre sobre a configuração e trajetória histórica dos movimentos cicloativistas de Belém e RMB, pontuando algumas limitações e desafios existentes no engajamento dos movimentos populares.
A mesa foi dividida com trabalhos interessantes sobre Movimentos e Lutas populares na educação de Jovens e Adultos (Maria Duques/UESB) e “A rebelião dos Sutiãs” ocorrida no Rio de Janeiro em 1997 (Nahyá Nogueira/ISERJ), dentre outros.
Confira mais no Caderno de Resumos.
Fotos: Maria Luiza Ferreira Duques (UESB). 

Representantes de organizações locais reúnem para articular sobre revisão do Plano Diretor 2018

Em cumprimento ao Plano de ação da Oficina de Formação pela Bicicleta da Região Norte e da Campanha Bicicleta nos Planos, o coletivo ParáCiclo realizou, na tarde de ontem, a 2ª reunião sobre revisão do Plano Diretor 2018. A reunião foi realizada no espaço Let’s Bike Café e contou com a participação de representantes do Laboratório da Cidade, Coletivo Ciclomobilidade, rede Bike Anjo e Ame o Tucunduba.

Durante a reunião foi feita a leitura da cartilha sobre o Plano Diretor, elaborada para a revisão de 2008, pela prefeitura de Belém. O advogado legislativo, José Augusto, fez esclarecimento e orientações sobre a maneira que o processo participativo deve se dar e sugeriu a elaboração de documentos para protocolar nos órgãos responsáveis.

Foram discutidos aspectos sobre a importância de integrar grupos com interesses plurais na perspectiva de garantir maior espectro de participação popular. Foi ponto de pauta, a necessidade de se articular com entidades que possuem histórico de participação na elaboração/avaliação de planos diretores, bem como a importância de fortalecimento de assembleias nos bairros e distritos para que haja mais participação da sociedade.

Foram criados 3 Grupos de Trabalho (GT de estudo do Plano Diretor, GT de Mobilização e GT de Mapeamento) para dar prosseguimento às atividades. Os grupos estão abertos para que outras pessoas acessem.

As pessoas, entidades, coletivos e organizações interessadas em participar do processo devem entrar em contato pelo e-mail coletivoparaciclo@gmail.com